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Friday, October 23, 2009

RECICLANDO OLEOS DAS PADARIAS

Reciclagem
Coleta de óleo usado em padarias pode chegar a 185 mil l/mês com ampliação de programa
Escrito por Fernanda Dalla Costa — Publicado em 2009-07-30 07:51
O Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo (Sindipan) ampliou um programa de coleta de óleo de cozinha usado entre os associados e o estendeu para os clientes das padarias, que, até o final do ano, poderá destinar cerca de 200 mil litros de óleo por mês para a reciclagem, apurou a Revista Sustentabilidade.


> Reciclagem de óleo de cozinha
> Catadores em SP instalam usina de biodiesel para reciclar óleo d
O Sindipan dever fazer uma campanha de adesão entre seus associados e espera sensibilizar 2000 panificadoras das 4800 existentes na cidade, até o final de 2009. Segundo informações dos participantes do programa, a média atual de coleta gira em torno de 50 a 90 litros, portanto, ao atingir o número de adesões desejadas e, considerando as doações dos clientes, a coleta poderá chegar a mais de 185 mil litros por mês.

"A nossa proposta é incutir a responsabilidade socioambiental nas donas de casa, pais de família e todos que frequentam o local", afirmou o presidente do Sindipan, Antero Pereira. "O que fizemos foi estender essa oportunidade aos cidadãos, que passam a aproveitar a estrutura já instalada".

Nos pontos de coleta, serão instalados galões para receber o óleo, que poderá ser transportado em garrafas usadas (PET) de refrigerantes ou em potes de plástico de um litro, vendido nas próprias padarias a R$ 1,50.

Estas mesmas padarias, desde 2007, já implementaram um programa de redução de uso de sacos plásticos descartáveis, oferecendo sacolas reutilizáveis aos seus clientes. O Sindipan já tem cadastradas 67 padarias, número que atinge 150, se for levado em conta outras que já se comprometeram com o projeto.

A iniciativa foi lançada em julho. O óleo é coletado pela a ONG Trevo ou a empresa Bioauto, que usam o material para a produção de produtos de limpeza e biocombustível, respectivamente.

A Bioauto não cobra para retirar o óleo coletado das padarias e também não as remunera pela coleta.

"Não cobramos pela coleta e nem pagamos, pois estamos livrando as padarias de um grande problema", disse Walter Bottura, diretor da empresa, que lembra ainda que há uma Lei Municipal em São Paulo, proibindo que o óleo usado seja jogado na pia.

A Bioauto já atua na coleta do óleo usado em 15 padarias, onde recolhe cerca de 1350 litros de óleo usado por mês, vindos somente dessa fonte. Agora, além do óleo usado pela padaria, será coletado o óleo depositado pelos clientes em um tambor localizado em lugar acessível, explicou Bottura.

Depois do lançamento do programa, mais duas padarias entraram em contato com a empresa para realizar a doação de óleo.

"Ainda é muito cedo para esperarmos a adesão de muitas padarias", avaliou Bottura, complementado que também não pode estimar quanto óleo a mais vai ser coletado dos clientes.

A ONG Trevo já realiza a coleta de cerca de 50 litros de óleo usado por mês, de cada um dos 200 estabelecimentos que atende. Isto dá um volume mensal de 10.000 litros destinados para a produção de materiais de limpeza e biocombustível por mês.

Com a campanha da Sindipan, 20 padarias já os procuraram para aderir ao programa, informou Marcos Paulo Janaudis, secretário da Trevo.

"Pelo fato de o programa ser novo, a procura para a adesão das padarias ainda está bem devagar", disse.

Segundo a Bioauto, 1 quilo de óleo (quilo pois um litro do óleo pesa 900 gramas) é suficiente para produzir um litro de biocombustível.

"A diferença é compensada pela adição de metanol e outros produtos químicos usados na produção do biocombustível", informou Bottura.

Thursday, April 9, 2009

VAMOS RECICLAR

Apesar de tímida no Brasil, reciclagem pode ser solução para o lixo
26/05/2008
Por Paula Scheidt, CarbonoBrasil
A crise do lixo no sul da Itália, que ganhou proporções gigantescas nesta semana, levanta o alerta sobre uma das grandes questões a serem encaradas em um mundo cada vez mais consumista. A reciclagem, por outro lado, pode ser uma das respostas com benefícios sociais e ambientais para o problema.

“A reciclagem pode representar uma fração importante do total de lixo e resultar em algo útil para o consumo. Todavia, por motivos econômicos e energéticos, o total de reciclagem de lixo não é factível”, afirma o professor da universidade de Vienna, Paul Hans Brunner, especialista na gestão de lixo.

Dados recentes divulgados pela associação sem fins lucrativos Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), mostra que apenas um milhão de brasileiros tem acesso aos programas municipais de coleta seletiva, um número relativamente baixo diante do tamanho da população brasileira - 183,9 milhões de habitantes.

Em levantamento realizado em 2005, o Cempre constatou que existem 2.361 empresas operando no setor de reciclagem, entre recicladores, sucateiros, cooperativas e associações. A maioria delas (1.145) está concentrada no Sudeste, seguidas das regiões Sul (722), Nordeste (301), Centro-Oeste (150) e Norte (43).

Apesar de o principal produto reciclado ser o plástico (trabalhado por 577 das 722 empresas recicladoras), o Brasil desponta muitos países industrializados na reciclagem de latas de alumínio, tendo alcançado um índice de 94% em 2006. O metal é justamente o segundo material mais reciclado (60), seguido pelo papel (54) e por embalagens longa vida (14).Vidros, baterias, pneus e pilhas são reciclados por apenas 15 empresas.

As empresas têm desempenhado um papel importante no desenvolvimento da rede de reciclagem brasileira, a exemplo do Cempre, que é integrado por grandes empresas como a Gerdau, Suzano, Alcoa, Nestlé, Unilever, HP e Coca-Cola.

Com o objetivo de consolidar um sistema de reciclagem, a distribuidora da Coca-Cola no Sul do país, Vonpar, oferece ajuda financeira e técnica para projetos de reciclagem nos estados onde atua – Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, a empresa já selecionou 13 projetos, envolvendo 23 galpões, que receberão ao todo 690 mil reais.

Nesta semana, a empresa lançou o edital de seleção de projetos em Santa Catarina. “Nosso entendimento é que todos os materiais devem voltar para o processo produtivo”, afirma o diretor-executivo do Instituto Vonpar, Leo Voigt.

Ao todo serão disponibilizados 400 mil reais e mais a cooperação técnica por dez meses. “Vamos ajudar também na comercialização dos produtos, que é hoje um dos principais problemas da reciclagem no país”, diz Voigt.
O edital está disponível no site www.vonpar.com.br, onde os interessados também poderão encontrar um modelo de projeto. “O financiamento não tem rubrica, ou seja, é uma grana flexível e a entidade é quem irá nos dizer quais são as suas necessidades”, destaca Voigt.


DESTINO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

País
Aterros
e/ou lixões
Incineração com
recuperação de energia
Compostagem
+ Reciclagem

Brasil*1
89%
--------
11%

República Tcheca*2
76%
14%
10%

Espanha*2
62%
6%
32%

França*2
41%
32%
27%

Itália*2
58%
8%
34%

Portugal*2
73%
20%
7%

Reino Unido*2
79%
7%
14%

Hungria*2
92%
6%
2%

Suécia*3
9,7%
46,7%
43,6%

Estados Unidos*4
54,4%
13,6%
32%

Argentina*5
95%
--------
5%

Colômbia*1
95%
--------
5%

Tailândia*6
30% (só aterro)
54% (inclui lixões)
16%

Thursday, March 5, 2009

RECYCLING YOUR GLASSES

Glass is a material recycled by many curbside collection programs, and it is also taken in at most municipal recycling centers. Here are some of the important reasons to recycle glass containers:

The typical glass container is made up of as much as 70 percent recycled glass
It is estimated that 80 percent of recycled glass as a whole will end up as new glass containers
Unlike other substances such as paper, glass can be recycled infinitely without any loss of purity or quality
To create new glass, substances such as sand must be heated to 2600 degrees Fahrenheit, which consumes energy and creates pollution from factories
Recycled glass first becomes cullet, or crushed glass, which uses 40 percent less energy than making glass from new products because it melts at a lower temperature than raw ingredients
A glass bottle can take up to one million years to break down, which is how long it will sit in a landfill and take up space if it is not recycled
Most glass bottles are eligible for a cash refund in 11 different U.S. states, meaning that recycling them can earn you some money
A recycled glass container can go from recycling bin to store shelf in as little as 30 days
Because glass is made from naturally-occurring materials like sand, it has a low rate of chemical interaction with the contents of the container, which makes it a safe packaging material to be used for generations
Recycled glass can be used in numerous areas, such as creating sports turf, manufacturing kitchen tiles and providing sand to depleted beaches
More information about recycling glass:

Facts About Glass Recycling
The Color Significance of Glass
How is Glass Recycled?
Products Created From Recycled Glass
Ultimate Recycling Guide