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Wednesday, October 21, 2009

FROM PARIS

Feira em Paris mostra vestidos de chocolate feitos para usar e comerFoto: Divulgação Desfile com roupas comestíveis é a atração mais esperada da feira

Da Redação
entretenimento@eband.com.br
Começou em Paris a 15ª Feira de Chocolate, o maior evento mundial dedicado ao cacau. Idealizado e desenvolvido por Sylvie Douce e François Jeantet, um casal de empreendedores apaixonados, o salão ultrapassou as fronteiras nesses últimos anos e há algum tempo é exportado para os Estados Unidos, Japão, Rússia e China.

Esta edição presta homenagem a dois países: a Suíça, verdadeiro berço do chocolate, e a Itália, país símbolo da l’art de vivre e da gastronomia.

A feira atrai chocólatras e curiosos do mundo inteiro que querem aprender receitas com chefs renomados, assistir ao famoso concurso Charles Proust, além de poder comprar - ou desgustar - os melhores chocolates do mundo.

Uma das principais atrações é o desfile de vestidos comestíveis - feitos por consagrados nomes da indústria da alta costura – onde cantoras, apresentadoras e modelos mostram as ‘peças’ num verdadeiro show de estilo e criatividade.


Curiosidades:

Apelidado em alguns países produtores de “L’Or Noir’, o cacau é uma matéria prima cuja produção não pára de aumentar.

Entre os consumidores de chocolate, 81% o degustam diversas vezes por semana e 44% se deleitam com a guloseima pelo menos uma vez por dia.

No quesito gosto, 58% preferem o chocolate amargo, 39% o chocolate ao leite e 3% são mais chegados no chocolate branco.

A feira apresentará uma nova tendência: a chocoterapia, seleção de cuidados e cremes para o corpo feitos a base de chocolate.

O choco-aperitivo: recheado com foie gras, com molho americano de lagosta, o chocolate se transforma em salgado.

O choco-luxo: caixas de presentes luxuosas onde os chocolates viram pedras preciosas comestíveis ou folhas de ouro e prata também comestíveis.

A choco-déco: demostração de uma casa que pode ser devorada por inteiro.

Friday, October 16, 2009

FOUNDUE ASSADO

2 xícaras (chá) de chocolate meio amargo ralado

- 4 xícaras (chá) de leite

- 1/2 xícara (chá) de açúcar

- 8 gemas peneiradas

- 1 colher (chá) de essência de baunilha

- 1 cálice de conhaque

- 200 g de mix de frutas secas (castanha de caju, castanha
do Pará , damasco, ameixa)


Modo de Preparo1 - Numa panela coloque 2 xícaras (chá) de chocolate meio amargo
ralado, 4 xícaras ( chá) de leite, a xícara (chá) de açúcar, leve
ao fogo médio mexendo sempre até derreter o chocolate e ferver
por apenas 1 minuto. Desligue o fogo.


2 - Incorpore 8 gemas peneiradas EM FIO, mexendo com um batedor
de arame. Depois junte 1 colher (chá) de essência de baunilha e 1
cálice de conhaque e mexa vigorosamente até ficar homogêneo.


3 - Distribua 200 g de mix de frutas secas (castanha de caju,
castanha do Pará, damasco, ameixa) em 10 canequinhas de porcelana
(que possa ir ao forno) e complete a canequinha com o creme de
chocolate (feito acima). Leve ao forno pré-aquecido a 160 graus
por 30 minutos. Sirva quente acompanhado de sorvete de sua
preferência.

CHOCOLATE CUP (MAMAE )2009

12 balões de gás (bexiga) nº0
- 200 g de chocolate meio amargo fracionado derretido

- 1 xícara (chá) de açúcar
- 1 xícara (chá) de claras (de 4 a 5 claras)
- raspas de 1 limão
- 200 g de chocolate branco derretido

Modo de Preparo1- Encha 12 balões de gás (bexiga) nº0 até ficarem com 6 a 7 cm
de diâmetro. Mergulhe cada balão em 200 g de chocolate meio
amargo fracionado derretido até a metade de cada balão (OBS: este
chocolate deve estar morno. Não pode estar quente). Retire do
chocolate e coloque numa fôrma forrada com papel manteiga. Deixe
esfriar.

2- Numa panela fora do fogo misture muito bem 1 xícara (chá) de
açúcar com 1 xícara (chá) de claras (de 4 a 5 claras). Leve ao
fogo baixo mexendo sempre por +/- 2 minutos para o açúcar
derreter (ou até que enfiando um dedo o calor não seja
suportado).

3- Transfira esta mistura para uma batedeira, acrescente raspas
de 1 limão e bata por +/- 8 minutos até obter um merengue bem
firme. Desligue a batedeira e misture delicadamente 200 g de
chocolate branco derretido.

4- Estoure os balões com auxilio de um palito de dentes (retire
as sobras de látex dos balões que ficarem grudados no chocolate)
e preencha as casquinhas de chocolate com o creme da batedeira.
Leve para gelar por apenas 1 hora. Sirva decorando com raspas de
limão e folhas de hortelã.

Wednesday, May 20, 2009

BOLO DE FUBA CREMOSO DA CAROLINA

3 OVOS
1 XICARAS 1/2 DE FUBA
2 XICARAS 1/2 DE ACUCAR
2COLHERES DE MATEIGA OR MARGARINA BEM CHEIA
4 XICARAS DE LEITE
1 COLHER 1/2 DE SOPA DE FARINHA DE TRIGO
1 COLHER DE SOPA DE PO ROYAL
I PIREX DE QUEIJO RALDAO OU COCO RALADO AO SEU GOSTO
RASPA DE LIMAO SE DESEJAR


BATER TUDO NO LIQUIDIFICADOR MENOS AS CLARAS
ADICIONAR POR ULTIMO
ASSAR FOGO MEDIO 400

Thursday, April 9, 2009

BOLO DE FUBA COM GOIABADA

3 ovos
1 xícara de chá de óleo
1 xícara de chá de leite
1 xícara de chá de fubá
1 xícara de chá de farinha de Trigo
1 xícara de chá de açúcar
1 colher de sopa de fermento químico em pó
1 colher de chá de erva-doce
100 g de goiabada cortada em cubos
100 g de queijo cortado em cubos


Bater no liqüidificador os ovos , o óleo, o leite, o fubá,
a farinha de trigo e o açúcar.
Com o liqüidificador desligado, coloque a erva-doce e o fermento.
Mexa com a colher. Unte e enfarinhe uma forma de buraco no meio
Coloque a massa , a goiabada em pedaços e o queijo , por cima da massa .
Asse em forno médio por 40 min.
A goiabada fica no meio, o queijo derrete.

Esse bolo é muito gostoso, fica bem fofinho...

GOIABADA CASCAO

Goiabada cascão – empreendedorismo & arte

Duas porções de goiaba para uma de açúcar no fogo brando. Não pode parar de mexer para não alterar o ponto. Em duas horas um ciclo da cultura da goiabada está pronto com arte e sabor tradicionais. O fabrico é rápido, mas a história é longa.

Os cinco tachos de cobre com o forte e saboroso cheiro da goiaba no fogo fazem lembrar a infância de qualquer um de nós chamados de papa-goiaba. Esta cultura vem impregnada em sua alma desde a infância quando para avançar nos estudos ajudou os pais na venda do produto. Para ele a goiabada não é fabricada e sim produzida com arte e cultura.
Refiro-me a um conterrâneo que concluiu o ensino médio (High Scholl) em Nova Iorque, engenharia química na Uff e trabalhou depois na Souza Cruz e no Instituto Brasileiro de Petróleo. Fez mestrado em Administração de Empresas pela Brigham Young University, Utah, USA, entre 1994 e 1996 e trabalhou ainda para o Citibank e para a American Express pela qual foi enviado à Londres para desenvolver a função de analista e pesquisador de mercado entre os anos 1998 e 2000.

Depois desta experiência em gestão e marketing o sonho brotou como a semente de uma goiaba. Em 2000 decidiu pela construção de uma unidade de produção artesanal na sua cidade. Hoje, quatro toneladas da tradicional e artesanal goiabada cascão são produzidas por mês. Já ganhou prêmios de qualidade no Brasil e na França.
Sua goiabada foi a primeira no Brasil a receber o Selo Nacional de Goiabada Cascão da Goiabrás e foi uma das poucas empresas que representou a cultura nacional no Ano do Brasil na França, no ano passado.

Em 2003 sua empresa foi destaque numa reportagem na revista Exame, famosa na área de negócios e economia. Tudo isso está afixado em molduras no simples escritório da onde dirige os negócios. Emprega pelo menos sete funcionários que prefere chamar de doceiros. Vende praticamente toda a produção para fora de Campos. O produto embalado na tradicional palha de milho, hoje já chega até o Rio Grande do Sul. Tem como compradores, gigantes como o Pão de Açúcar, Carrefour, Sendas, Wall-Mart, Zona Sul e Lidador entre outras grandes empresas nacionais.

Luiz Pereira é uma pessoa simples, apesar de toda a sua experiência. Trabalha com o mesmo uniforme dos seus funcionários e não gosta de falar das dificuldades que é competir com os produtos fabricados industrialmente, sem o carinho e a cultura que a todo dia embala o ponto dado pelo paladar e pela observação da textura da goiabada.

As dificuldades e as exigências burocráticas para a comercialização e obtenção de crédito para os vôos mais altos são recompensadas pelo apoio que dá e recebe dos seus vizinhos do parque São Jorge. Ainda não formalizou a participação dos empregados nos lucros, mas não deixa de praticar esta moderna ferramenta de administração que influencia o perceptível interesse dos seus colaboradores na produção da sua, ou melhor, nossa goiabada cascão.

Luiz Pereira além de micro-empresário já atuou como docente na Ucam, Isecensa e agora decidiu trocar de banco na escola na busca permanente de atualização e novos espaços de atuação está cursando Turismo na Fafic/Uniflu.
Este texto e a entrevista abaixo é uma homenagem a um empreendedor campista que, ao invés de procurar as facilidades do dinheiro fácil dos royalties, constrói com dignidade o desenvolvimento de sua terra junto com a sua gente.

Friday, April 3, 2009

BOLO DE CHOCOLATE SEM FARINHA

BOLO DE NESCAU SEM FARINHA ( TIA CIDA MARCH/2009)

6 OVOS
2 COLHERES DE(SOPA) MANTEIGA
8 COLHERES DE (SOPA) ACUCAR
2 COLHERES DE (SOPA)
6 COLHERES DE NESCAU
100 GR COCO RALADO
I COLHERE BEM CHEIA DE PO ROYAL
BATER TUDO NO LIQUIDIFICADOR SEM O PO ROYAL ADICIONAR POR ULTIMO SEM BATER.
CALDA
4 COLHERES DE NESCAU DE SOPA
2 ACUCAR
1 LATA DE CREM DE LEITE
EMGOSSAR NO FOGO LENTO.
JOGAR EM CIMA DO BOLO DEPOIS DE PRONTO
AINDA QUENTE

BRIGADEIRO MUITO FACIL !



1 Lata de leite condensado
2 colleres de nescau
2 colhres rasa de manteiga sem sal
colocar em um panela fogo medio baixo,
depois de alguns minutos baixo apenas
para dar o ponto .
colocar em uma tigela para esfriar para poder
fazer as bolinhas,untar a mao com manteiga, depois colocar o granulado em um tigelinha bem pequena para pegar mais facil ( segredo untar a mao com manteiga )

NOS TEMOS TODOS OS INGRIDIENTES
ACAI BRAZILIAN MARKET
SAN DIEGO CA,92109
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MANJAR DE VERAO ( DANDA )


FAZER UMA MARIA MOLE DEIXAR ESFRIAR UM POUCO
BATER NO LIQUIDIFICADOR COM
1 LATE DE LEITE CONDENSADO
1 LATE DE CREME DE LEITE
DEPOIS DE BATIDO COLOCAR EM UM FORMA DE BURACO UNTADA COM MNATEIGA OR MARGARINA SEM SAL E DEIXAR NA GELADEIRA POR 4 A 5 HORAS

FAZER UMA CALDA DE ACUCAR QUEIMADO COLOCAR POR CIMA DEPOIS DE PRONTO( A CALDA DECE ESTAR COMPLETAMENTE FRIA )

Wednesday, March 25, 2009

HISTORIA DO LEITE CONDENSADO

O Doce Brasileiro e o Leite Moça | Leite Condensado

UMA DOCE HERANÇA

Corria o ano de 1890. A Sociedade brasileira, agitada, aprendia a conviver com o novo mundo aberto pela abolição da escravatura e pela recém-nascida República.
O fim do regime escravo trouxera , entre outras maravilhas , pessoas de todas as partes do mundo, trabalhadores que vinham subistituir a mão-de-obra africana. E assim o país enrequecia com novos costumes , novas tradições, novos hábitos. No campo, na cidade , aprendia-se a conviver com imigrantes europeus. Ao mesmo tempo, jovens de elite retornavam de seus estudos na Europa, novas idéias fervilhavam na antiga corte, ouvia-se falar até de movimentos de emancipação feminina. Enfim, ventos novos sopravam de além-mar. E não eram só idéias que aqui aportavam. Nos portos do Rio de Janeiro e de Santos desembarcavam a matéria da Dinamarca, tecidos ingleses, porcelana francesa, queijo e frarinha “do reino”, como os brasileiros se referiam a sua antiga metrópole, onde, de fato, a monarquia por uns bons vinte anos. Mas, aqui, a novíssima República estava efervecente. As cidades cresciam, a população aumentava, o governo adaptava-se às novas circunstâncias. Em cidades maiores, como São Paulo e Rio de Janeiro as ilhas de bonde puxado a burro alongavam seus percursos, chegavam a regiões mais distantes do centro, facilitando a vida da população. E os lampiões a gás, iluminando as ruas, favoreciam uma animada vida noturna.
Mesmo nas cidades, progresso e conservadorismo conviviam lado a lado. Pra abastecer as casas, os aguadeiros passavam diariamente com suas carroças, trocando as pipas vazias por outras cheias de água limpinhas. Mas as autoridades tomavam providência para melhorar esse abastecimento. Em São Paulo, a Campanhia Cantareira entregava à população a grande caixa d’água da Consolação que passou a alimentar as chafarizes; no distrito da Luz, comecava a ser instalado o servico de esgotos. Pelas ruas, o pregão de vendedores de peixe, leite, frutas e jornais misturava-se ao ruído das carroças e dos animais. Nas praças e ruas movimentadas, junto a portas de teatro e de igrejas, as negras forras armavam seus tabuleiros para oferecer mugunzá e tapioca, cuscuz e pamonha, paçoca e outras lanbiscarias. Era a cozinha ganhando a rua firmando a tradição, já presente, das múltiplas influências comfluindo para um só destino: a amor do brasileiro pelo doce.





OS DOCES DAS SINHÁS

Na verdade, foi da tradição portuguesa que herdamos essa preferência pelo doce. O índio e o africano pouco contribuíram para a arte da doçaria no Brasil. Pelo que se sabe, um e outro não traziam, em sua cultura, o hábito do consumo de doces. Já não se dava o mesmo com os portugueses, que amavam doces bem doces, influência da cultura árabe. Da Ilha da Madeira troxeram para cá a cana-de-açucar, acolhida com prazer por nossa terra tropical. Bom motivo para jovem nação crescer amando os doces.
Na fazenda do nordeste açucareiro as iguarias doce se enriqueciam com os futuros da terra, ganhando novos temperos e perfumes, pela mãos habilidosas da cozinheiras.
Enquanto isso, outros doces produziam-se em segredo no silêncio dos coventos. As monjas portuguesas trouxeram para estas remotas paragens a secular herança de sua terra natal e, com os produtos da terra, reinventaram insuspeitados requintes.
Depois, em algum momento perdido na história, essas duas vertentes se cruzaram. A culinária doce passou a fazer pate da vida das senhoras da casa colonial, criando a expressão para seus sentimentos e sua arte.
No início do século passado oferecer doces como presente já era uma tradição: as senhoras entravam na cozinha para confeccionar deliciosos e delicados presentes envoltos em clima secreto de misteriosas receitas passadas de mãe pra filha, aprendizado indispensável de vida.
Presentes com doces, que doce maneira de agradar!…
Donzelas e jovens senhoras embalavam em papel delicadamente recortado os apetitosos docinhos que sua mãos elaboravam.
Assim a mulher se expressava, assim ela se integrava na vida social.
Levava o calor de sua cozinha e o carinho de suas mãos para a família, os amigos, os parentes, um eventual namorado. Tomava forma a linguagem do doce, cheia de significados e sentimentos.
Nos nomes dos doces estava a chave para o entendimento da mensagem. Falavam de emoções e promessas nem sempre concretizadas como os beijinhos, muxoxos, saudades, agradihos, outras vezes evocavam sua origem religiosa: papo de anjo creme celeste, bolo de santo Antônio, manjar divino, mas também podiam ser irreverentes e bem humorados: olho de sogra, beijos de frade, barriga de freira, espera marido….
Nas festas do interior, as famílias intercambiavam doces e receitas. Mesmo nas cidades grandes, era um requintado dever de cordialidade enviar às amigas mais queridas uma bandeja forrada de doce, de preferência acomodados em finas porcelanas. E não deixava de ser uma excelente oportunidade para exibir os dotes culinários tão intensamente cultivados.
Preparados pela dona-de-casa, o doce devia sempre ser feito em casa.
Quase como um ritual secreto cada doce levava em sua receita uma marca especial passada de geração em geração. Muitas receitas acabaram por receber o nome da família, como o pernambucano Bolo Souza Leão, ou a queijadinha de Yayá Ribeiro.
Naquele final de seculo XIX, muita coisa estava mudando, dentro e fora das casas. Portas a dentro, a sinhá, embora já não tivesse escravos. Sua posição privilegiada revela-se pelo fato de ter todo um corpo de serviçais para as tarefas mais pesadas. Não é à toa que na época falava-se de duas cozinhas: uma “branca”, outra “suja”. “Branca” era a cozinha onde sinhá entrava para dar o ponto certo no doce, que ela mesma provava e depois oferecia em finas compoteiras de louça ingluesa.
A cozinha “suja” era em geral escura e encardida de picumã, nela sinhá quase numa entravam. Era o local onde se depenavam aves, cortavam lenha, pilavam grãos, trabalho pesado , feito com a ajuda de escravos forros.

O LEGITIMO LEITE DA SUÍCA

Chegou na hora certa. No dia 22 de janeiro daquele ano 1890, o jornal O Estado de São Paulo trazia, em meio a seus classificados, um anúncio discreto. Desembarcara no Brasil e estava à venda “a varejo e em grosso” na drogaria São Paulo, na rua São Bento, um novo produto. Ótimo alimento para “creanças”, preferível mesmo ao leite fresco, esse novo produto era o leite condensado, que oferecia a garantia do nome do doutor Henri Nestlé.
Realmente o nome do suíço Henri Nestlé já representava uma garantia para as mulheres bem informadas. Desde 1866, Henri Nestlé produzia na Suíça uma milagrosa Farinha Láctea, que era importada no Brasil pelos consumidores exigentes. E em 1876 fizera publicar no jornal uma carta que caracterizava uma afirmação indiscutível da sua confiabilidade e da preucupação com a marca que leva seu nome. A carta informava ao consumidor brasileiro que só existiam no País dois representantes autorizados para comercializar seu produto: o sr. D. Filipone, no Rio de Janeiro, e o sr. Henrique Levi, em São Paulo. Com essa carta ele pretendia evitar a venda de farinha falsificada, que usasse indevidamante seu nome. Sem dúvida, esse suíço era uma pessoa confiável e merecia crédito ao anunciar seu “Leite Condensado”.





O novo produto logo conquistou as preferências. Durante anos a fio, os carregamentos vindos da Suíça foram esperados com ansiedade. E quando nas boas casas de importados aparecia a tal latinha, trazendo espantada a figura de uma simpática mocinha suíça que permitia indentificar logo a procedência, as solitações eram imediatas. Todas queriam a “lata da mocinha”. E assim, a mocinha suíça entrou na cozinha brasileira e veio para ficar.
Com o seu jeito de inventar e inovar, a mulher brasileira, para não ter de ler em inglês, transformou a mocinha da lata em marca, ao pedir, simplesmente, “aquela lata que tem a mocinha”, ou “a lata da mocinha”.essa indentificacão foi tão forte que mais tarde, quando se comecou a fabricar o leite do Dr. Nestlé no Brasil, não se hesitou em indentificá-lo como leite moça, marca que se preserva até hoje.





A MULHER E A MOCINHANaqueles tempos, no final do século XIX, a mulher brasileira vivia confinada ao lar. Sua criatividade e invenção encontravam vazão no paciente elaboração de requintados bordados e frivolités, talvez nas teclas do piano ou pianola que musicavam de ares e, acima de tudo, no esmero da confecção de suaves maravilhas, doces bem doces e macios.
Naquele começo de República, naquele novo país que se abria para um mundo moderno, os saraus, festas e reuniões eram quotidianos.
Para abrilhantá-los, para fazer as horas da casa, a senhora fina se esmerava nos doces. Um dos grandes sucessos era o chamado “Pudim Republicano”. Com tantas outras coisas, o pudim colhia sua inspiração na Europa, amaciando e suavizando o português toucinho-do-céu.
Preparado com amêndoas, leite, ovos e açúcar, o toucinho-do-céu era um doce bem concentrado, de textura pesada, preparado longamente no tacho. Já o Pudim utilizava novas técnicas para misturar os ingredientes e também para o cozinhamento, permitindo obter um doce mais leve e mais cremoso. E tomou o nome emprestado do tradicional “Pudding” inglês, do qual era bem diferente. O Pudim Republicano mesclava o marcante sabor das amêndoas importadas à cremosa maciez de ovos e açúcar bem batidos, lenta e carinhosamente acresentados ao leite. Só então, era assado em prolongado banho-maria .
Bem poucas eram as privilegiadas que conheciam todos os segredos de seus preparo, mas o mais difícil mesmo era obter o ponto certo, ideal. Ah! Quanto choro, quanta expectativa frustada, quanta ansiendade! O leite era fervido lentamente, na parte menos quente do grande fogão à lenha, “no canto” da tampa. Com paciência e mansamente, iam sedo acresentadas as gemas bem batidas, até ficarem brancas, com açúcar, farinha do reino e pó de amêndoas.
Longo tempo de ebulição branda, mexendo sempre, antes de derramar o creme encorpado no tacho já forrado com a calda dourada do açúcar grosso. Aí em banho-maria e com muito tempo pela frente, bastava deixar o creme cozinhar e transformar-se no macio e suave pudim.
E ainda não estava pronto; precisaria permanecer durante horas fora do fogão para esfriar bem, antes de desenformar. E aí, quanta ansiedade! Quem saberia se o ponto ficaria exato? Certeza mesmo, só ao desenformar. E se não desenformasse direito, nem merecia ser servido. Trabalho, tempo e ingrediente perdidos.
Ao pedir pela primeira vez sua “latinha da mocinha” é bem capaz que nossa jovem bisavó nem imaginasse que transformação estava desencadeando em sua, e em nossa, vida. Cremoso, macio e doce, o Leite Moça ajustou-se às maravilhas, à tradição doceira do País, onde o sabor bem doce era um requinte tão prezado quanto a textura macia e cremosa. Esse novo produto não tardou a tornar-se indispensável.
Para começar, o Leite Moça facilitou o preparo dos pudins, ambrosias, babas-de-moça, doces de leite. E ele foi entrando e refinando o preparo das cocadas, beijinhos, sequilhos e rosquinhas. Adoçou e tornou mais cremosa a canjica, o arroz-doce, o curau, os ovos nevados. Ajudou a tornar mais macio os bolos, os manjares e as balas.

Para a mulher do final do século XX, cem anos depois do tempo das sinhás, uma das grandes vantagens do Leite Moça é a economia de ovos, leite e tempo. O Leite Moça tornou mais rápido e mais facíl o preparo dos doces tal como quer e gosta a mulher moderna. A “mocinha” foi ajudando a mulher ao longo desses últimos cem anos. Deixou sua marca na história da República, ao colaborar na criação de antigas receitas que homenageavam datas e personagens; o Pudim Sete de Setembro e o Bolo Farroupilhas fizeram, às vezes companhia, até na mesma mesa, ao bolo Getúlio Vargas e ao Pudim Treze de Maio. Desde a década de 1940, saiu da lata da “mocinha” o doce que se tranformaria na principal presença em toda festa. Inspirado pela figura romântica do brigadeiro Eduardo Gomes, a mistura precisa e exata de Leite Moça com chocolate foi batizada com o nome que todo mundo conhece. Até hoje, não há festa sem Brigadeiro.

HOMENAGEM À “MOCINHA”

A “mocinha” esteve todo esse tempo acompanhado a mulher brasileira.
Em 1921, ele começou a fazer aqui, com o novo nome, o novo rótulo, tudo em português, na primeira fábrica, montada em Araras, no interior de São Paulo. Hoje, o Leite Moça está no Brasil inteiro.
Desde a chegada daquelas primeiras latas, com o sobrenome do Dr. Henri Nestlé, já se passou um século. Neste século, vieram as geladeiras, as primeiras importadas aqui chegaram em 1934, e com elas nasceram os pavês e sorvetes, as musses e os cremes gelados. Depois, vieram os fogões a gás, o freezer, o forno microondas e as embalagens descartáveis, as panelas esmaltadas e as de pressão, as formas de alumínio e as de vidro ou louça refratária.
Na segunda metade do século XX, a mulher já atravessava as portas do lar e ganhava um espaço mais amplo na sociedade.
Essa nova mulher parte então para invenção de maravilhosas misturas, graças à ajuda do Leite Moça: meia-de-seda, caribe, calipso…
No final do século XX, Leite Moça comemorou seu centenário no Brasil. Para melhor comemorar, brindamos a mulher brasileira com diversas receitas de Doce Brasileiro.
Reunimos no LeiteCondensado.com uma boa parte dos trinta anos de experiência da Cozinha Experimental do centro Nestlé de Informação ao consumidor.
Este site aborda, como não poderia deixar de ser, os segredos do pudim, o novo pudim feito com Leite Moça; síntese de tantas receitas antigas, com dúzias de ovos e caldas complicadas. Passo a passo, com fotos que falam por si, mostramos cada etapa do preparo de um prato, tanto do clássico pudim quanto dos ovos nevados, ou dos modernos suflês.
Mas cada doce, cada receita, dá margem a invenções e criações sem fim.
Algumas variações você já encontrará aqui: após a explicação técnica, damos um elenco de receitas preparadas segundo o mesmo princípio básico.
O resto fica por sua conta; é fácil inventar, esse é um tradicional atributo da mulher brasileira.
No fim, tudo vira festa, porque sempre há um motivo para comemorar. Experimente as sugestões que oferecemos para diferentes ocasiões. Crie e recrie novas delícias.
Parabéns a Leite Moça, que já completou cem anos no Brasil.
Parabéns a você, que sempre faz e fará Maravilhas com Leite Moça.

Fonte: livro “O Doce Brasileiro” do acervo culinário Nestlé.

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nov
7
Churros com Leite Condensado Cozido

Rendimento: 12 Unidades

Ingredientes:

- 2 xícaras (chá) de água
- 1 pitada de sal
- 1 col. (sopa) de manteiga
- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 3 ovos

Cobertura

- 1 lata de leite condensado cozida

Para polvilhar

- açúcar e canela a gosto

Modo de Preparo:

1. Cozinhe a lata de leite condensado na pressão por 30 minutos e reserve.
2. Leve ao fogo a água, o sal e a manteiga e, quando ferver, acrescente a farinha de uma vez só, mexendo bem. Retire do fogo e deixe esfriar.
3. Junte um ovo de cada vez e misture bem.
4. Coloque a massa em um saco de confeitar com bico pitanga e esprema diretamente sobre o óleo quente, tomando cuidado para não se queimar.
5. Frite dos dois lados, escorra, polvilhe açúcar e canela e sirva quente com o doce de leite.

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nov
5
História do Leite Condensado
O Leite Condensado surgiu quando o norte-americano Gail Borden, tentando desidratar o leite comum, descobriu que, antes de transformar-se em leite em pó, o produto se tranformava em leite condensado.

A invenção de Borden, patenteada em 1856, só foi valorizada quando estourou a Guerra Civil Americana, quatro anos depois. Transportando leite em pó e leite condensado para as tropas - e depois colocando esses produtos no mercado - Gail Borden ficou rico.

O leite condensado comercial possui uma alta adição de açúcar, mas existe variades in natura que é o leite evaporado, e não contém açúcar.

Possui como ingredientes em sua composição: leite integral, açúcar, leite em pó integral e lactose.

Leite condensado é o ingrediente principal do Brigadeiro (doce).

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out
16
História do Leite Condensado
O Leite Condensado surgiu quando o norte-americano Gail Borden, tentando desidratar o leite comum, descobriu que, antes de transformar-se em leite em pó, o produto se tranformava em leite condensado.

A invenção de Borden, patenteada em 1856, só foi valorizada quando estourou a Guerra Civil Americana, quatro anos depois. Transportando leite em pó e leite condensado para as tropas - e depois colocando esses produtos no mercado - Gail Borden ficou rico.

O leite condensado comercial possui uma alta adição de açúcar, mas existe variades in natura que é o leite evaporado, e não contém açúcar.

Possui como ingredientes em sua composição: leite integral, açúcar, leite em pó integral e lactose.

Leite condensado é o ingrediente principal do Brigadeiro (doce).

Na Guerra de Secessão nos EUA (1861 - 1865) o leite consumido pelos combatentes no ”Front”,era levado através de tração animal o que era um problema, pois o leite estragava-se no transporte. O calor aumenta a pericibilidade do leite, e precisavam achar uma maneira de levar o leite do quartel até o front de batalha sem que ele estragasse.

A solução encontrada foi mudar o ”ph” do produto, já que em índices mais baixos (ácido) o leite se conservaria por mais tempo. As vantagens obtidas foram: maior tempo de conservação do produto, o leite tornou-se mais energético e o custo do produto permaneceu baixo.

Estava inventado, acidentalmente, o leite condensado. O produto não havia sido patenteado.

Produção e Comercialização

Só depois surge a primeira indústria criada especialmente para a produção comercial do leite condensado. A ”Anglo-Swiss Condensed Milk” (1866), que acabou gerando o nome do gênero do produto.

Então em 1873 a Nestlé (Suíça) adquiri a ”Anglo-Swiss” e passa a produzir e comercializar o Leite Condensado em todo o mundo.


Primeira Fábrica Nestlé no Brasil (1921 Araras-SP)

1o. Produto: Leite Condensado Moça.

Durante cerca de 50 anos a Nestlé não teve concorrência para o ”Leite Condensado Moça” no Brasil.

Mudança do ”Market Share” no Brasil já na década de 80 do leite condensado:

Nestlé - 60% do mercado
Mococa - 25% do mercado
Glória - 15% do mercado

Estratégias da Nestlé

A primeira reação estratégica da Nestlé foi o lançamento do leite condensado em sabores. Sabor chocolate e café (1980) que foi um fracasso devido à inversão do conceito de uso alternativo praticado pelo consumidor. Pois comprando o Leite Condensado Tradicional o consumidor poderia adicionar sabores ou não, assim teria mais opção.

A segunda reação estratégica da Nestlé foi a embalagem alternativa Bisnaga em 1985. Com esse produto não seria mais necessário abridor, colher e teria apenas uma tampa. O problema foi que o consumidor caracterizou o produto apenas por ”modismo”. Semelhante a outros produtos, o desuso sempre chega logo.

Foi feita então uma pesquisa pela Nestlé para saber as principais formas de consumo do Leite Condensado. E tiveram como resultado: adoçante (substituindo o açúcar); em ”natura” (bebido como leite condensado); em ”batidas” (para adocicar e dar cremosidade em bebidas); em salada de frutas (substituindo o chantilly) ou como matéria-prima para a produção de doces,coberturas e recheios (principal aplicação).

A terceira reação estratégica da Nestlé que foi o lançamento da linha ”Moça Fiesta” em Agosto/1988, como alternativa para o consumo de produtos acabados (doces caseiros e coberturas/recheios) que utilizam o leite condensado como matéria-prima. Foi um sucesso.

Essa terceira estratégia além de ter sido um sucesso por ser um produto novo no mercado, facilitar a vida das pessoas com receitas no verso e mesclar produtos da própria Nestlé; alavancou os lucros da empresa devido ao auto-fornecimento (Nestlé passa a ser fornecedora de si mesma para outra linha de produtos dela própria). Chamado de Mercados Complementares, na medida em que crescem as vendas de ”Moça Fiesta”, se verifica também um crescimento das ”vendas” (indireta) do leite Moça.

Milkmaid - O Leite da Moça

A história do leite condensado começou em 1867 quando o americano George H. Page, proprietário da empresa Anglo Swiss Condensed Milk iniciou na cidade de Cham na Suíça, a fabricação de leite condensado, utilizando o leite abundante e de boa qualidade produzido no país. A Sociedade Nestlé, por sua vez, iniciou a fabricação de leite condensado logo a seguir. Essa concorrência entre as duas empresas terminaria em 1905, numa fusão que deu origem a Nestlé e a Anglo Swiss Condensed Milk Co. A jovem com trajes típicos que aparecia nos rótulos das embalagems era uma camponesa suíça do século XIX. Naquela época, o leite condensado mais popular da Suíça tinha a marca La Laitière, que significa “vendedora de leite”. Quando esse leite foi exportado para outros países, procurou-se um nome equivalente na língua de cada região para onde o produto foi levado, nome sempre associado à figura da camponesa típica com os baldes de leite. Em espanhol, por exemplo, foi adotada a marca La Lechera. Os primeiros carregamentos de leite condensado chegaram ao Brasil em 1890 e era uma alternativa ao leite fresco, cujo abastecimento era problemático. O produto da The Nestlé and Anglo Swiss Condensed Milk Company era vendido nas drogarias e, inicialmente, seu nome era Milkmaid. Mas as pessoas tinham dificuldade para pronunciar esse nome e passaram a chamar o produto de o “leite da moça”, referindo-se à ilustração da camponesa. A princípio utilizado como bebida (reconstituído com água), o leite condensado podia ser armazenado por muito tempo, o que era importante em períodos de escassez.

Quando a Nestlé abriu sua primeira fábrica no país, em 1921, na cidade de Araras, em São Paulo, e começou a produzir o produto, optou pelo nome criado espontaneamente, Leite Moça. Somente durante a Segunda Guerra Mundial donas de casa passaram a utilizá-lo em doces e sobremesas. Em 1955, o rótulo de Leite Moça, em sua parte traseira, passou a indicar o produto para uso culinário ou doméstico na preparação de diversos pratos. No ano de 1962, o rótulo do produto trazia suas primeiras receitas: Pudim e Doce de leite. Em 2001 ocorreu o lançamento do Leite Moça Desnatado. Três anos mais tarde, pela primeira vez em sua história, a lata do produto foi modificada, ganhando um visual moderno e cheio de curvas. Antes víamos a figura de uma moça comportada, até meio apagada. Hoje a coisa mudou totalmente: a senhorita ganhou traços mais definidos e, por que não dizer, uma certa sensualidade.


Você Sabia?

* O Leite Moça é uma das marcas mais queridas e apreciadas pelos consumidores de todo Brasil. Presente na maioria dos lares, o produto virou sinônimo de categoria e sua marca tornou-se uma das mais fortes entre os produtos alimentícios no Brasil. É a marca que mais investe em marketing e comunicação na categoria de leite condensado, sendo também o que mais inova e difunde os diversos e deliciosos usos do produto.

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out
15
Waffle com leite condensado




Ingredientes:
- 1 xícara de chá de farinha de trigo
- 1 colher de chá de fermento em pó
- 1/2 colher de chá de sal
- 1 colher de sopa de manteiga derretida
- 1 colher de chá de açúcar
- 1 xícara de chá de leite
- 1 gema
- 1 clara

Modo de Preparo:

1. Peneire todos os ingredientes secos.
2. Acrescente a gema, o leite, a manteiga derretida aos ingredientes secos e misture-os bem. Junte a clara batida em neve, incorporando delicadamente.
3. Despeje aproximadamente 1/2 xícara de chá de massa na forma de waffle quente.
4. A luz do indicador deverá estar apagada, quando a massa for colocada a luz acenderá. Quando a luz apagar novamente, o waffle está pronto. Sirva em seguida.

Dica:

Regue com leite condensado, ele ficará mais macio.

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TORTA DE BOMBOM


Pavê de Bombom | Leite Condensado


Tempo de preparo: Pá Pum
Serve: 10 porções
Ingredientes:

- 10 bombons (sonho de valsa)
- 1 2/3 xícara (chá) de leite
- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de creme de leite
- 1/2 colher (sopa) de maisena
- 5 colheres (sopa) de açúcar
- 5 colheres (sopa) de chocolate em pó
- 3 ovos

Modo de Preparo:

1. Com uma faca afiada, pique os bombons em cubinhos. Reserve.
2. Separe as claras das gemas. Reserve.
3. Numa panela, junte o leite condensado, 1 xícara (chá) de leite, a maisena e as gemas peneiradas. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre até engrossar. Deixe cozinhar por mais 5 minutos, mexendo sempre. Retire do fogo e reserve.
4. Em uma outra panela, junte o restante do leite e o chocolate em pó e misture. Leve ao fogo médio para ferver. Depois de ferver, retire do fogo. Reserve.
5. Numa batedeira, bata as claras até o ponto neve. Vá acrescentando o açúcar aos poucos para as claras não murcharem. Desligue a batedeira, acrescente o creme de leite e misture, delicadamente, até incorporá-lo às claras. Reserve.
6. Com uma colher, distribua uniformemente o creme amarelo no fundo de um refratário. Cubra o creme com os bombons picados. Em seguida, regue com o achocolatado e cubra com o creme de claras. Polvilhe com um pouco de chocolate e pó.
7. Leve à geladeira por, no mínimo, 3 horas ou até ficar consistente. Sirva gelado.

PUDIN DE LEITE CONDESADO

Pudim de leite condensado

Rendimento: 10 fatias de 115 g
Tempo de preparo: 15 minutos (mais 1 hora e 40 minutos de forno mais 3 horas de geladeira)

Ingredientes

1 caixinha de leite condensado em embalagem da Tetra Pak . 395 g
3 xícaras (chá) de leite (2 vezes a mesma medida da caixinha de leite condensado) . 720 ml
3 ovos . 150 g
1 xícara (chá) de açúcar . 180 g
Modo de Fazer

Preaqueça o forno em temperatura média (180ºC).
Arrume uma peneira sobre o copo do liquidificador e passe os ovos. Adicione o leite condensado e o leite. Bata por 5 minutos, ou até ficar homogêneo. Reserve.
Coloque o açúcar em uma fôrma com furo no meio (capacidade para 2 e 1/2 litros). Leve ao fogo por 6 minutos ou até o açúcar derreter e formar um caramelo. Retire do fogo, espalhe o caramelo por toda a fôrma e despeje a mistura batida.
Arrume a fôrma em uma assadeira e coloque água (para fazer o banho-maria). Leve ao forno em banho-maria por 1 hora e 40 minutos ou até o pudim ficar firme. Retire do forno.
Espere amornar e cubra a fôrma com filme plástico.
Leve o pudim à geladeira por 3 horas antes de servir.
Valor nutricional por fatia
265 kcalorias; 43 g de carboidratos; 7,5 g de proteínas; 7,5 g de gorduras totais (4 g de saturada, 2,5 g de monoinsaturada e 0,5 g de poliinsaturada); 87 mg de colesterol; 0 de fibras; 0,3 mg de ferro; e 208 mg de cálcio

Sunday, March 22, 2009

MANGUNZA ._CANJICA COM COCO E CANELA !!

Mugunzá


Ingredientes:


250 g de milho
150 g de açúcar
300 ml de leite de coco ralado
2 litros de água
2 colheres (chá) de sal
Cravo e canela em pau

Modo de Preparo:

Coloque o milho de molho, durante 12 horas. Em seguida retire a casca que envolve os grãos e cozinhe com água.Depois de cozido acrescente os demais ingrediente e deixe ferver.
Sirva quente e bom apetite!

Rendimento: 15 porções
Tempo: 1 h
!

Sunday, February 22, 2009

PAVE DE PESSEGO- TIA CIDA

Ingredientes 1 pacote e 1/2 de bolacha champagne1 lata de pêssego picado400 ml de leite1 lata de leite condensado2 gemas1 colher de sopa de manteiga sem sal1 e 1/2 colheres de sopa de maizena2 colher de sopa de açúcar1 caixinha de creme de leite1 caixinha de chantimix para decorar ou chantilly de sua preferência Tabela de conversão de medidasImprimir lista de compras

Modo de Preparo
Creme:
Bata no liquidificador o leite, as gemas, maizena, açúcar, manteiga e o leite condensado
Leve ao fogo até engrossar
Quando engrossar desligue o fogo e junte o creme de leite mexa bem, deixe esfriar
Montagem:
Forre uma travessa com um pouco do creme
Umedeça as bolachas na calda do pêssego e coloque em cima da primeira camada do creme
Coloque um pouco do creme e por cima do creme pêssegos picado
Coloque mais um pouco do creme, por cima as bolachas umedecidas mais creme e mais pêssegos

Espalhe mais um pouquinho do creme e cubra com o chantilly batido
Leve à geladeira para pegar consistência e gelar
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MANJAR BRANCO

MANJAR BRANCO DA TIA CIDA

Ingredientes 1 lata de leite condensado1 caixa de creme de leite (200g)Leite de vaca (a mesma medida do leite condensado)1 garrafinha de leite de coco1 gelatina sem saborAmeixas com calda (opcional) Tabela de conversão de medidasImprimir lista de compras Modo de Preparo

Dissolver a gelatina num pouco de água fria (o suficiente para dissolver) e em seguida colocar mais um pouco de água morna para dissolver por completo
No liquidificador coloque o leite condensado, o creme de leite, o leite de coco, o leite de vaca e a gelatina dissolvida
Deixe bater bem
Em uma forma redonda e com furo, passe um pouco de óleo e salpique com água gelada
Despeje na forma e coloque para congelar
Se desejar decore com as ameixas

PODE SER ACRESCENTADO COCO RALADO SE PREFERIR ( COLOCAR NA AGUA MORNA PRIMEIRO PARA AMOLECER )

QUINDAO PRATICO

Receita de quindão prático

Ingredientes 2 ovos inteiros10 gemas (sem pele)2 ½ xícaras de açúcar (aproximadamente 450g)2 colheres de sopa de margarina (aproximadamente 24g)1 colher de sopa de essência de baunilha1 pitada de sal100g de coco ralado desidratado½ xícara de água morna (aproximadamente 120 ml)Margarina e açúcar para untar Tabela de conversão de medidasImprimir lista de compras Modo de Preparo Hidrate o coco em água morna e deixe reservado

Coloque no liquidificador os seguintes ingredientes: os ovos inteiros, as 10 gemas, essência de baunilha, margarina, sal e açúcar
Bata bem no liquidificador
Junte o coco à mistura, mexendo delicadamente com uma colher
Coloque a mistura toda na forma de buraco
Cubra com papel alumínio e deixe descansar por 30 minutos
Pré-aqueça o forno (aproximadamente 200°C) por 10 minutos
Coloque a forma em banho-maria com água fervente por 50 minutos, sem deixar secar a água

Retire o papel alumínio e deixe assar por mais 10 minutos
Informações Adicionais

Importante:
Untar a forma de buraco com a margarina e açúcar deixando um pouquinho de açúcar no fundo da forma.
Desenforme quase frio passando uma faca em volta da forma (após assado, deixar dentro do forno até o resfriamento).
Decore com coco ralado.

PAVE DE ABACAXI _ BISCOITO CHAMPANHE

Pavê de abacaxi

Ingredientes 1 abacaxi (cortado em cubos)1 e 1/2 xícara de chá de açúcar1 lata de leite condensado1 xícara de chá de leite3 gemas (peneiradas)2 colheres de sopa de manteiga1 lata de creme de leite (sem soro)1 caixa de biscoito champagne (200 g)150 g de coco fresco raladoCobertura:3 claras4 colheres de sopa de açúcar1 lata de creme de leite (sem soro) Tabela de conversão de medidasImprimir lista de compras Modo de Preparo Misture o abacaxi e o açúcar
Tampe e leve ao microondas por 12 minutos em potência alta
Deixe esfriar
Coloque o leite condensado, o leite, as gemas e a manteiga em um refratário e leve ao microondas por 6 a 8 minutos, mexendo a cada 2 minutos até engrossar
Retire e acrescente o creme de leite
Misture e reserve
Bata as claras com o açúcar até obter picos firmes
Adicione o creme de leite, misture e reserve
Monte o pavê em uma fôrma retangular, espalhe os biscoitos molhados na calda do abacaxi
Distribua sobre eles o creme de gemas, um pouco do coco ralado e, por último, o abacaxi
Regue com mais calda
Espalhe a cobertura e decore com o coco ralado restante
Leve para gelar por 3 horas
Sirva gelado